Se tem uma coisa que deixo muito explícita na minha vida, essa coisa é: eu AMO Doctor Who. Eu. A que enjoa das coisas. A que geralmente perde o ânimo com alguma série após sua terceira temporada.
Família Eriksen
Não importa o país, não importa o se estamos em 2007 ou 2017. Encontrar uma família grande e tão unida quanto os Eriksen é difícil. Por mais que Lily seja a âncora de Marshall, nunca foi mostrado que ela se tornou sua nova família, sempre vimos que ele era tão ligado com seus irmãos e pais como era antes de se relacionar com a tão pequena Aldrin. E isso é muito bonito. E isso nos fez chorar demais quando o pai de Marshall faleceu. A família tão animada e ativa foi de repente atingida pela dor de perder alguém que amava, mas eles se manteram, afinal, amor de família, por mais que muitos rejeitem, é um dos poucos tipos de amor que permanece a qualquer custo.
Ted Mosby e Stella Zinman
Um relacionamento de um cara com uma mulher mais velha e que também podemos dizer que foi uma versão de Barney e Nora, só com os papéis invertidos. Dessa vez quem estava apaixonada e com a pessoa certa, só que o coração ainda batia realmente pelo the one, não era um dos personagens principais da série, mas sim um de seus relacionamentos. Sofremos com o final de Ted e Stella assim como sofremos com o final de Barney e Nora. Pelo menos essa relação nos mostrou que quando alguém gosta de verdade, é capaz de se tornar a pessoa mais criativa do mundo a fim de ter um pouco mais de tempo ao lado da amada. Nunca esqueceremos o "encontro de três minutos" que Ted armou para ver a namorada mesmo com a agenda corrida que ela tinha.
Ted Mosby e Naomi
Ou como nós a conhecemos: Slutty Pumpkin. Essa relação nos ensinou que existe de verdade os amores de festa, viagem, verão e qualquer outro momento de curto período. Você fica extremamente encantado pela pessoa, acha ela incrível e a compatibilidade é enorme. Como se fosse um amor da vida. Cada minuto com ela parece ser a melhor coisa que já aconteceu. Mas, depois que a festa ou o verão acaba e você tem que voltar para "a realidade", aquilo já não faz muito sentido continuar, o que aconteceu foi lindo, mas acabou. Foi de verdade, mas teve um final. Esses amores curtos e passageiros são bons para virarem memórias. Tanto que Ted não deixou de contá-las aos seus filhos.
Ted Mosby e Victoria
A gente acha que encontrou o amor da nossa vida. É arrebatador. É inesquecível. É maravilhoso. É finito. Victoria foi e voltou várias vezes na vida de Ted, em todas elas parecia que agora ia para ser. Mas nunca realmente foi. Victoria foi uma das beinaheleidenschaftsgegenstand que apareceram na vida do protagonista da série, talvez até mesmo a principal por ser a mais evidente. Forte, intenso, mas não era a tão aguardada lebenslangerschicksalsschatz.
Ted e Robin
É ela. Sim! Finalmente encontrou a pessoa da sua vida. Algumas Victorias passaram pela sua vida, mas somente uma Robin. Desde o primeiro olhar, desde a primeira palavra trocada. O tempo passa e você nunca esquece a pessoa. Por serem diferentes, algumas escolhas e imposições durante a vida pode fazer com que vocês se separem, talvez até mesmo faça com que achem que um esqueceu o outro, afinal, outros amores aconteceram, outras pessoas perfeitas surgiram durante o caminho. Mas no final, quando aprendem ou conquistam o que os separavam, percebem que o amor ainda existe ali. Na verdade, ele nunca foi embora. E agora vai dar certo. Agora vai.
Ted e Mother
A pessoa perfeita. A pessoa tão esperada. Aquela que divide todos os sonhos e vontades. Pode demorar para chegar, mas um dia vai chegar. Essa esperança a série acendeu dentro dos corações de muitos. Por mais polêmico que tenha sido. Por mais "Ted era o beinaheleidenschaftsgegenstand de Tracy" e "Tracy era beinaheleidenschaftsgegenstand de Ted" que foi dito por aí, foi amor até que se prove o contrário. A relação que facilmente é imaginada com dois velhinhos juntos e ainda apaixonados. Talvez exista mais de um the one na vida das pessoas. Pelo menos eu acredito nisso. Estamos em busca de alguém que corresponda as nossas expectativas sem que deixemos de lado nossos maiores sonhos. Ted encontrou e não deixou escapar. Tracy também.
Barney e filha
O mais puro amor à primeira vista. O amor que cresce até no coração mais desapegado. Foi importante ver como Barney se apegou tanto a sua filha logo na primeira vez que a viu. O personagem que, em nove temporadas, se apaixonou raríssimas vezes. Ele prometeu tudo para ela. Foi fofo, foi lindo, foi digno!
O Squad
E o amor principal que a série retratou: a amizade. Por mais desentendimentos, discordâncias e interventions que existiram, os cinco sempre estavam ali. Sempre se apoiavam e estavam prontos para qualquer coisa. As provas de amizade eram jogadas em nossa cara a todo momento. Foi lindo mesmo. E é isso que dá saudade na série, essa união que existiu entre os personagens. Transformavam em algo cômico as situações cotidianas. VAMOS COMPRAR UM BAR!
Desde 2014, o ano em que foi ao ar sua última temporada, How I Met Your Mother tem dado o que falar devido ao seu final que ao mesmo tempo conseguiu ser óbvio e surpreendente.
A série conta a história de Kiera Cameron, uma policial que viaja 65 anos ao passado. Sua missão é caçar criminosos fugitivos que voltaram no tempo para mudar a história. No futuro, o mundo é dominado pelas grandes corporações, as quais criaram um sistema opressivo. Determinados a evitar que isso ocorra, esses fugitivos planejam matar os ancestrais de seus inimigos.No passado (o nosso presente) Kiera conhece o policial Carlos Fonnegra, com quem passa a trabalhar. Através de um chip implantado em seu cérebro, Kiera também é capaz de se conectar com Alec Sadler, um rapaz de dezessete anos, gênio da informática.
Post original aqui
Para quem ainda não sabe, faço parte do time do site Maria Pitaco, por mais que procuro outros assuntos para falar, meus posts até o momento se resumem a praticamente séries, como também falo muito sobre isso aqui, podem esperar alguns posts meus de lá postados aqui. Fazer o que, a paixão pelo assunto é maior. Deixando a introdução de lado, vamos para as webséries!
Todo e qualquer assunto que envolva o cérebro humano é digno de atenção. Seja algo sério ou apenas entretenimento, sempre se torna algo interessante. Pelo menos para mim. Por isso que United States of Tara, uma série finalizada há quatro anos, entrou na minha grade e na minha lista de maratonas.
Voltei com uma TAG! Dessa vez é uma adaptação minha, já que, na realidade, ela é para vídeo, mas como sou uma pessoa que atualmente prefere ficar digitando do que gastar tempo produzindo euzinha um vídeo, decidi escrever. São dez perguntas rápidas que farei um textinho pequeno explicando minhas escolhas, afinal de todas as dezenas de séries que já assisti, é difícil escolher uma só como resposta.
Assumo, sem um pingo de vergonha, que sou um tanto paranóica quando o assunto é idade. Não queria envelhecer, por mim, eu morava nos meus catorze anos para sempre. Sempre fui assim, aos sete anos achava bom que os doze estava longe, aos doze achava bom que os dezesseis estavam longe. Agora estou aqui, a duas semanas de completar vinte anos. Hey tempo, não pode dar uma paradinha não? Está passando rápido demais. Ao contrário de mim, que desejo voltar alguns anos mas que por razões óbvias não consigo, Liza, uma mulher já na casa dos quarenta anos, volta aos seus vinte e seis. Não, não é da mesma maneira de Hindsight (outra série que estreou agora e que amo, ainda mais porque a protagonista realmente voltou no tempo), Liza continua em 2015, apenas passou a mentir sua idade. Por que isso? Confira a sinopse da série:
Essas últimas semanas tem tido muita correria e estresse para mim. Meu tempo foi reduzido e tive que abrir mão de fazer algumas coisas que gosto, incluindo atualizar blogs e site que participo. Mas aos poucos a calmaria vem retomando (até recomeçar as dores de cabeça das semanas de provas). Tenho duas notícias para o site, uma boa e outra ruim.
Há aqueles que não gostam de comédia e que preferem histórias de amor, como também existem aqueles que preferem comédias a ter que ficar pensando como os mocinhos ficarão juntos no final. Ainda existe aquele nicho que gosta de rir enquanto os principais trilham seu caminho para ficarem juntos no final. Outros apenas querem passar um tempo. Para todos os casos, eu recomendo a estreante da ABC nessa Fall Season: Manhattan Love Story.
Como muitos em minha volta sabem, assisto várias séries. E, como uma boa seriadora, a época mais esperada por mim do ano é da Fall Season, estação em que as folhas começam a cair no hemisfério norte e quando as melhores séries terminam seus hiatus!
Sinopse: A trama se desenvolve em torno da menina órfã Bo que nasceu com habilidade anormais sobre as quais não apresenta muito controle, como poderes de levitação e o controle da natureza, assim que suas habilidades começam a melhorar, as pessoas que a ajudam devem se voltar para um estranho. Isso os leva a William Tate, um prisioneiro no corredor da morte injustamente condenado, quem eles ajudam a sair da prisão. Apesar de relutante em seu papel de protetor a princípio, os dois eventualmente formam um vínculo que irá ajudá-los, assim como outros, enquanto tentam ficar sempre um passo a frente das pessoas que tentam pegar a garota.
Sinopse: Dois universos colidem quando Josh, um jovem e rico empresário, conhece Gabi, uma jovem mal-humorada que quer ser a nova chef de cozinha pessoal do rapaz. Desesperada pelo emprego, ela deve provar que é boa naquilo que faz. Para isso, prepara um jantar romântico para Josh e a namorada, mas o evento dá errado e Gabi se encontra numa situação embaraçosa. Com a ajuda da amiga Sofia e da secretária do moço, Gabi transforma a dificuldade em uma oportunidade de emprego e até mesmo, quem sabe, de um relacionamento.































